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Exposição Colectiva de Joalharia Cerâmica no Museu da Cerâmica das Caldas da Rainha - Agosto 2012

12 agosto 2012






Joalharia e Cerâmica

14 setembro 2011

Exposição Individual em Loures

14 fevereiro 2007

Copas - Exposição Indiv. no SPGL - FLORESCIMENTO

06 dezembro 2006


A Transformação através da receptividade do Amor!

Copas - Exposição Indiv. no SPGL - DOIS de COPAS


COPAS. Coração. Graal interior. Água. Yin. Sentir. Conter. Receber. Receptáculo. Amor.

Copas - Exposição Indiv. no SPGL - DEZ de COPAS


“A Fonte inesgotável passa por ti. Já que tens acesso a essa Fonte, podes oferecer Água à tua vontade.”

A Beleza Profunda do Raku

04 dezembro 2006

O Raku é uma técnica de cozedura e pós-cozedura de peças cerâmicas que envolve uma "queima" das peças em materiais ancestrais (usando barro, palha, madeira, etc.). Estas são retiradas do forno incandescentes (a cerca de 1200ºC no máximo) com a ajuda de pinças, e são colocadas em baldes cheios de serradura e papel que automaticamente ardem e queimam. O choque térmico produzido e a queima destes materiais específicos, junto com vidros com que tenham sido decoradas as peças geram um brilho muito característico e quase exclusivo do Raku. Caso contrário, se a peça não estiver vidrada, depois de sair da serradura fica normalmente completamente negra.
Após todo o processo as peças são imersas em água fria para as libertar dos materiais químicos da combustão, e que também contribui para a variedade de resultados produzidos.
O Raku é uma porta aberta à criatividade, pois o ceramista nnão domina por completo o resultado desta queima.
No Japão as peças de Raku são muito apreciadas, sendo-lhes atribuido uma sacralidade advinda do seu uso no ritual do Chá. As peças são habitualmente produzidas por Mestres que envolvem as suas peças num sentimento de kokoro - o equilíbrio, o alinhamento...


Esta é uma técnica muito antiga vinda do Oriente mas já é usada há muito por artistas ocidentais, e de todo o Mundo.

Exposição Indiv. Loures - Algumas Peças

"Quando os dias são Alegres e as noites metem medo"

Exposição Individual em Loures


Suspiro. Inspiro. Expiro. Respiro. Olhos cerrados, no método de entrada. Pensamentos galopantes, que engolem às golfadas as vitaminas da imaginação; e crescem vigorosos, conformam-se em sonhos, que se expandem na palavra, e em ar, e em invisível. Pensamento feroz.

A Morte e o Design: o toque...

15 novembro 2006

Experimentei mergulhar numa cerimónia do chá... sentir o volume do líquido percorrer a garganta.. sentir o arrepio do quente que toma o corpo.. Beber chá é algo que podemos fazer todos os dias, a toda a hora... mas qual o seu significado?

Existem uma série de actividades diárias, rotinas que se sucedem umas às outras, e que com a repetição vão cansando o espírito..

O espírito vejo-o como a um órgão sensível.. é sensível aos estímulos do quotidiano, enquanto para eles olharmos com concentração... mas o espírito também adormece facilmente, quando nos entregamos à rotina, e deixamos ligado o piloto automático, nas nossas vidas.

Mas quando bebemos o chá num ritual, a banalidade é subtraída à densidade aquosa, e cada gota representa um estado de perfeição atingido, ainda que idealmente, transportando o espírito ao domínio do ser completo, daquele ser que sabe também que não é... Os rituais são poços de profundidade que permitem encher a nossa vida de pequenos nadas, que completam os ‘tudos’, e lhes dão sentido..

A Morte é uma incógnita envolta em rituais, porque perante ela só um estado de respeito é possível.. no entanto ela acarreta em si uma possibilidade... um estado de alquimia que permite que os diversos corpos que transportamos, na nossa reaprendizagem, se regenerem, se reencontrem com a sua essência, e que encontrem desta forma, energias plausíveis de representar um início... um novo ciclo, que tem a beleza das páginas em branco, da possibilidade de um risco sair solto, livre, com espaço para seguir um caminho sólido, mas subtil..

Esta temática traz consigo a mais intrigante e estimulante faceta da criatividade humana; as construções mais elaboradas do espírito são tecidas em seu torno, desenvolvendo-se um rol de conjunturas, que pretendem atenuar o habitual medo do desconhecido. O homem perante aquilo que desconhece age, irracional.. perde-se num berço, e numa procura de segurança.
(2000)

Projecto Morus







A morte surgiu como tema alternativo, sendo um campo amplo, e apto a divagações, embora se enquadre em determinados rituais, que se tornaram, no entanto, com o tempo, mais flexíveis. Neste projecto procurou-se primeiro um enquadramento da morte, no seu aspecto religioso e social, mas a interpretação final do trabalho partirá sempre de um ponto de vista pessoal, que resume o mergulhar no tema, e o repescar dos pontos essenciais que contribuem para o desenvolvimento do trabalho.

Conceito

Partindo de uma perspectiva em que a morte é encarada como um ciclo, que permite a regeneração do ser, as formas simbólicas que se pretendem abordar remetem a essa amplitude permitida por este processo de renascimento mental e físico; o ovo, a espiral, o círculo. Estas formas são usadas como inspiração para construção de formas propícias aos rituais funerários, usando como material base o grês porcelânico.


(2000)

Projecto Tai


Linha de mesa inspirada em louça tailandesa.

(1997)

Projecto Modos de Ver




Com base no corpo, nas suas estruturas internas, nas suas moléculas, cria-se um livro para invisuais, em porcelana, que descreve de forma poética a luz das cores primárias.


(1999)

Projecto Eco Eólico


Estruturas modulares tipo Fonte para zonas balneares, para reenchimento de garrafas de água, com vista à reutilização das mesmas. Sistema alimentado por energia eólica.

(1999)

Projecto Banhoca




Estruturas para áreas balneares - chuveiros, bancos e enconstos - em grês porcelânico. Era uma vez a cor na praia...

(1997)